terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Firewall
Conceito de Firewall
Firewall ou barreira de fogo é um artifício largamente usado em redes. A sua função é
proteger o sistema de tentativas indevidas de acesso, principalmente vindas da Internet. Ele
controla o tráfego, permitindo ou negando acesso a certas portas de serviços. Geralmente se
deixa apenas a porta 80 (www) ativa para que as pessoas consigam acessar o website da
empresa. Resumidamente o firewall é o seguinte: um HD que possui duas placas de rede,
sendo uma ligada à rede corporativa e outra ligada à Internet. A partir disto pode-se
implementar uma tentativa de segurança, que consiste em um pacote que determina o que é
ou não permitido passar de uma rede à outra. Podem ser feitos de software ou hardware.
Exemplo do firewall blackice rodando. (http://www.blackice.com/)
Eficiência
Existem 2 tipos de firewall: um que analisa a camada de rede, o pacote IP, e outro que
analisa a camada de aplicação, dentro do pacote IP.
Firewall analizando a camada de rede
Estes se limitam ao nível de IP. Decidindo o destino dos pacotes (aceito ou não), tendo
como base: remetente, porta IP utilizada e endereço do destinatário. Qualquer roteador pode
ser configurado para firewall, mas será um firewall simples. Isto fará com que ele fique
protegido contra crackers iniciantes, mas pode ser vítima de ataques comuns e bem clássicos.
Como por exemplo: o IP Spoof
Em máquinas bem configuradas, a barreira de fogo concede acesso apenas a computadores
considerados de confiança (endereços conhecidos). Para introduzir-se a uma máquina bem
configurada é necessário fazer com que ela o considere confiável. Isto se chama spoofing.
Consiste em mandar pacotes com o endereço legítimo de uma máquina da rede interna. A
vítima acreditará que o invasor é de confiança e responderá enviando pacotes para o endereço
do remetente. No entanto o cracker deve tomar precauções:
- Certificar-se que a máquina legítima não responda aos pacotes. Isto é feito
garantindo-se que ela esteja off-line( desconectada).
- Garantir que aqueles pacotes sejam enviados para a Internet, já que a máquina
legítima encontra-se dentro da rede interna.
Para isto é usado o "source routing", que consiste em uma técnica criada para testes. Ela
permite que o computador que inicia a comunicação especifique qual a rota de todos os
pacotes de uma certa conexão. Isto faz com que os pacotes sejam expelidos da rede pra a
internet (veja em anonimidade uma explicação mais simples do IP Spoofing).
Firewalls mais novos não permitem a uso do spoofing e do souce-routing, pois eles, além
de rotear os pacotes para seus destinos também mantém informações sobre o estado das
conexões e sobre o conteúdo do pacote, o que permite impedir que um pacote pertencente à
rede interna seja mandado à Internet. O firewall irá caracterizar isto como um ataque e tomará
as devidas providências.
Sofisticados, ou não, eles são transparentes e rápidos pois roteiam tráfegos diretos e é
exatamente isso que o impede de analizar o conteúdo efetivo do pacote e também exige que
as máquinas na rede interna possuam um endereço IP válido.
Firewall analizando a camada de aplicação
Estes normalmente são CPUs de uso geral de rede que rodam programas chamados:
"proxy servers" . Este tipo de firewall não permite comunicações diretas entre duas redes,
pois requerem o estabelecimento de duas conexões. Uma delas do remetente proxy e a
segunda entre o remetente e o destinatário. Todo pacote antes de ser ecoado é analizado pelo
proxy server. Ele irá decidir se o pacote deve ou não ser descartado.
Vale saber que devido a estas caracteríscas o firewall de aplicação oferece uma segurança
maior do que o firewall de rede, pois consegue perceber perigo em um pacote que o de rede
não conseguiria.
Dois exemplos de coisas que este tipo de defesa pode filtrar são:
- O primeiro é DEBUG do SMTP que é usado para pedir a um servidor de correio
que forneça algumas informações de controle. O que é considerado risco.
- Um segundo exemplo são os Proxys FTP, que vedam o acesso de usuários externos,
mas mesmo assim, permite que os funcionários copiem arquivos da NET para a rede.
Cada uma dessas vantagens dependem do funcionamento do protocolo de defesa, sendo
que estes não poderiam ser colocados nos firewalls de rede, já que não são capazes de
analizar o conteúdo do pacote IP. Firewalls de rede são mais transparentes do que os de
aplicação, já que os de aplicação exigem a existência de um proxy, além de proibir a
comunicação direta entre o servidos e o cliente. É necessário que o programa cliente saiba
que deve estabelecer com o proxy e determinar ações. Então basta configurar o browser
corretamente.
Muitas vezes os clientes não são sofisticados o suficiente, e necessitam de conexões
diretas com o servidor. Neste caso utiliza-se o seguinte artifício: o usuário se loga no proxy e
este em vez de solicitar nome e senha (como seria de esperar), solicita o nome do servidor
com o qual se deseja a conexão e a partir daí, tudo funciona normalmente.
Conclusão
Os firewalls são essenciais e importantíssimos, quando bem configurados. Possuem falhas
(como visto anteriormente) assim como qualquer tipo de programa, e essas devem ser
corrigidas. Nenhum firewall é 100% seguro, mas ajuda muito (ô como ajuda). Compre djá !
Ou use a nova moda fashion: soft livre. Cheque alguns firewalls em
http://www.superdownloads.com.br/ (o pessoal do superdownloads têm que me agradecer, o link
deles mais aparece aqui do que tudo). Experimente alguns como o Conseal PC Firewall, o
Zone Alarm e outros.
Atenção: não sei se ficou bem claro mas o Firewall também pode ser usado muito
bem contra trojans, pegando praticamente tudo (mas ele não retira o trojan do P).
Firewall ou barreira de fogo é um artifício largamente usado em redes. A sua função é
proteger o sistema de tentativas indevidas de acesso, principalmente vindas da Internet. Ele
controla o tráfego, permitindo ou negando acesso a certas portas de serviços. Geralmente se
deixa apenas a porta 80 (www) ativa para que as pessoas consigam acessar o website da
empresa. Resumidamente o firewall é o seguinte: um HD que possui duas placas de rede,
sendo uma ligada à rede corporativa e outra ligada à Internet. A partir disto pode-se
implementar uma tentativa de segurança, que consiste em um pacote que determina o que é
ou não permitido passar de uma rede à outra. Podem ser feitos de software ou hardware.
Exemplo do firewall blackice rodando. (http://www.blackice.com/)
Eficiência
Existem 2 tipos de firewall: um que analisa a camada de rede, o pacote IP, e outro que
analisa a camada de aplicação, dentro do pacote IP.
Firewall analizando a camada de rede
Estes se limitam ao nível de IP. Decidindo o destino dos pacotes (aceito ou não), tendo
como base: remetente, porta IP utilizada e endereço do destinatário. Qualquer roteador pode
ser configurado para firewall, mas será um firewall simples. Isto fará com que ele fique
protegido contra crackers iniciantes, mas pode ser vítima de ataques comuns e bem clássicos.
Como por exemplo: o IP Spoof
Em máquinas bem configuradas, a barreira de fogo concede acesso apenas a computadores
considerados de confiança (endereços conhecidos). Para introduzir-se a uma máquina bem
configurada é necessário fazer com que ela o considere confiável. Isto se chama spoofing.
Consiste em mandar pacotes com o endereço legítimo de uma máquina da rede interna. A
vítima acreditará que o invasor é de confiança e responderá enviando pacotes para o endereço
do remetente. No entanto o cracker deve tomar precauções:
- Certificar-se que a máquina legítima não responda aos pacotes. Isto é feito
garantindo-se que ela esteja off-line( desconectada).
- Garantir que aqueles pacotes sejam enviados para a Internet, já que a máquina
legítima encontra-se dentro da rede interna.
Para isto é usado o "source routing", que consiste em uma técnica criada para testes. Ela
permite que o computador que inicia a comunicação especifique qual a rota de todos os
pacotes de uma certa conexão. Isto faz com que os pacotes sejam expelidos da rede pra a
internet (veja em anonimidade uma explicação mais simples do IP Spoofing).
Firewalls mais novos não permitem a uso do spoofing e do souce-routing, pois eles, além
de rotear os pacotes para seus destinos também mantém informações sobre o estado das
conexões e sobre o conteúdo do pacote, o que permite impedir que um pacote pertencente à
rede interna seja mandado à Internet. O firewall irá caracterizar isto como um ataque e tomará
as devidas providências.
Sofisticados, ou não, eles são transparentes e rápidos pois roteiam tráfegos diretos e é
exatamente isso que o impede de analizar o conteúdo efetivo do pacote e também exige que
as máquinas na rede interna possuam um endereço IP válido.
Firewall analizando a camada de aplicação
Estes normalmente são CPUs de uso geral de rede que rodam programas chamados:
"proxy servers" . Este tipo de firewall não permite comunicações diretas entre duas redes,
pois requerem o estabelecimento de duas conexões. Uma delas do remetente proxy e a
segunda entre o remetente e o destinatário. Todo pacote antes de ser ecoado é analizado pelo
proxy server. Ele irá decidir se o pacote deve ou não ser descartado.
Vale saber que devido a estas caracteríscas o firewall de aplicação oferece uma segurança
maior do que o firewall de rede, pois consegue perceber perigo em um pacote que o de rede
não conseguiria.
Dois exemplos de coisas que este tipo de defesa pode filtrar são:
- O primeiro é DEBUG do SMTP que é usado para pedir a um servidor de correio
que forneça algumas informações de controle. O que é considerado risco.
- Um segundo exemplo são os Proxys FTP, que vedam o acesso de usuários externos,
mas mesmo assim, permite que os funcionários copiem arquivos da NET para a rede.
Cada uma dessas vantagens dependem do funcionamento do protocolo de defesa, sendo
que estes não poderiam ser colocados nos firewalls de rede, já que não são capazes de
analizar o conteúdo do pacote IP. Firewalls de rede são mais transparentes do que os de
aplicação, já que os de aplicação exigem a existência de um proxy, além de proibir a
comunicação direta entre o servidos e o cliente. É necessário que o programa cliente saiba
que deve estabelecer com o proxy e determinar ações. Então basta configurar o browser
corretamente.
Muitas vezes os clientes não são sofisticados o suficiente, e necessitam de conexões
diretas com o servidor. Neste caso utiliza-se o seguinte artifício: o usuário se loga no proxy e
este em vez de solicitar nome e senha (como seria de esperar), solicita o nome do servidor
com o qual se deseja a conexão e a partir daí, tudo funciona normalmente.
Conclusão
Os firewalls são essenciais e importantíssimos, quando bem configurados. Possuem falhas
(como visto anteriormente) assim como qualquer tipo de programa, e essas devem ser
corrigidas. Nenhum firewall é 100% seguro, mas ajuda muito (ô como ajuda). Compre djá !
Ou use a nova moda fashion: soft livre. Cheque alguns firewalls em
http://www.superdownloads.com.br/ (o pessoal do superdownloads têm que me agradecer, o link
deles mais aparece aqui do que tudo). Experimente alguns como o Conseal PC Firewall, o
Zone Alarm e outros.
Atenção: não sei se ficou bem claro mas o Firewall também pode ser usado muito
bem contra trojans, pegando praticamente tudo (mas ele não retira o trojan do P).
Unicast, Broadcast e Multicast
Unicast
Em uma transmissão unicast, uma cópia separada dos dados são enviados de sua origem
para cada computador cliente que os requeste. Nenhum outro computador na rede precisa
processar o tráfego gerado. No entanto, em uma rede com muitos computadores o unicast não
é muito eficiente pois o computador de origem terá que transmitir múltiplas cópias dos dados
(resultado, ficará lento). O unicast é bom de ser usado apenas em pequenas redes.
Broadcast
Esse é o tipo de transmissão preferido da turma que gosta de um Denial of Service. Nesse
tipo de transmissão, os dados são enviados apenas uma vez mas para toda a rede. Esse
processo não é muito eficiente pois faz a velocidade cair bastante já que todos os
computadores irão receber os dados. Mesmo os hosts que não fizeram o pedido receberão os
dados. Somente não irão processá-los. Esse método é utilizado no ataque de smurf, em que é
enviado um broadcast para diversos endereços IP e o endereço de origem (que deveria ser o
IP de quem enviou) é modificado para o da vítima. Resultado: centenas de máquinas
mandarão milhares de unicasts para um pobre coitado.
Multicast
É uma mistura dos dois. É enviada apenas uma cópia dos dados e somente os
computadores que fizeram o pedido os recebem, assim evitando de se causar um tráfego
muito intenso e consequentemente um congestionamento na rede. Muitos serviços de Internet
usam multicast para se comunicar com computadores clientes (quando se diz cliente , é o
computador que faz o pedido, que espera uma resposta). Inclusive é nesse tipo de
comunicação que se baseia o protocolo IGMP.
Em uma transmissão unicast, uma cópia separada dos dados são enviados de sua origem
para cada computador cliente que os requeste. Nenhum outro computador na rede precisa
processar o tráfego gerado. No entanto, em uma rede com muitos computadores o unicast não
é muito eficiente pois o computador de origem terá que transmitir múltiplas cópias dos dados
(resultado, ficará lento). O unicast é bom de ser usado apenas em pequenas redes.
Broadcast
Esse é o tipo de transmissão preferido da turma que gosta de um Denial of Service. Nesse
tipo de transmissão, os dados são enviados apenas uma vez mas para toda a rede. Esse
processo não é muito eficiente pois faz a velocidade cair bastante já que todos os
computadores irão receber os dados. Mesmo os hosts que não fizeram o pedido receberão os
dados. Somente não irão processá-los. Esse método é utilizado no ataque de smurf, em que é
enviado um broadcast para diversos endereços IP e o endereço de origem (que deveria ser o
IP de quem enviou) é modificado para o da vítima. Resultado: centenas de máquinas
mandarão milhares de unicasts para um pobre coitado.
Multicast
É uma mistura dos dois. É enviada apenas uma cópia dos dados e somente os
computadores que fizeram o pedido os recebem, assim evitando de se causar um tráfego
muito intenso e consequentemente um congestionamento na rede. Muitos serviços de Internet
usam multicast para se comunicar com computadores clientes (quando se diz cliente , é o
computador que faz o pedido, que espera uma resposta). Inclusive é nesse tipo de
comunicação que se baseia o protocolo IGMP.
Tipos de protocolos
Dois tipos de protocolos existem hoje: abertos e específicos.
Protocolos Abertos
Protocolos abertos são protocolos feitos para o padrão da indústria. Eles se comunicam
com outros protocolos que utilizam o mesmo padrão. Um protocolo aberto não possui dono e
todos os sistemas podem fazer implementações livremente. Um ótimo exemplo do que é um
protocolo aberto é o TCP/IP (Transfer Control Protocol / Internet Protocol). Ele é composto
por muitos outros protocolos e está implementado em muitos sistemas (como Macintosh,
Windows, Linux, Unix, etc...). O TCP/IP é o protocolo padrão da Internet.
Protocolos Específicos
Protocolos específicos são feitos para ambientes de redes fechados e possuem donos.
Como é o caso do IPX / SPX que foi desenvolvido especificamente para a estrutura Novell
Netware.
Tipos de transmissão de dados
Protocolos roteáveis permitem a transmissão de dados entre diversos segmentos de uma
rede. O problema é que o grande volume de certo tipo de tráfego (como executar uma
aplicação multimídia pesada) deixa a velocidade de conexão muito lenta. A quantidade de
tráfego gerada em uma rede, pode ser de três tipos: Unicast, Broadcast e Multicast.
Protocolos Abertos
Protocolos abertos são protocolos feitos para o padrão da indústria. Eles se comunicam
com outros protocolos que utilizam o mesmo padrão. Um protocolo aberto não possui dono e
todos os sistemas podem fazer implementações livremente. Um ótimo exemplo do que é um
protocolo aberto é o TCP/IP (Transfer Control Protocol / Internet Protocol). Ele é composto
por muitos outros protocolos e está implementado em muitos sistemas (como Macintosh,
Windows, Linux, Unix, etc...). O TCP/IP é o protocolo padrão da Internet.
Protocolos Específicos
Protocolos específicos são feitos para ambientes de redes fechados e possuem donos.
Como é o caso do IPX / SPX que foi desenvolvido especificamente para a estrutura Novell
Netware.
Tipos de transmissão de dados
Protocolos roteáveis permitem a transmissão de dados entre diversos segmentos de uma
rede. O problema é que o grande volume de certo tipo de tráfego (como executar uma
aplicação multimídia pesada) deixa a velocidade de conexão muito lenta. A quantidade de
tráfego gerada em uma rede, pode ser de três tipos: Unicast, Broadcast e Multicast.
Mini-firewall
A estrutura do mini-firewall será muito parecida com a do trojan. Na verdade, o nosso
programa será um firewall de trojans. Manderemos que ele monitore duas portas TCP: a
porta 12345 do trojan Netbus e a porta 1243 do trojan Subseven. Primeiramente, crie uma
nova aplicação e adicione um campo memo, selecionando sua propriedade enabled para
false. Agora seguiremos novamente passo a passo.
1. Adicione dois botões ao lado do campo memo e mude seus captions para Monitorar e
Parar.
2. Coloque dois componentes Ftpserv no formulário.
3. Mude o nome (name) do primeiro componente para Netbus e sua porta (port) para
12345.
4. Mude o nome do segundo componente para SubSeven e sua porta para 1243.
Teremos mais ou menos isso:
Agora, selecione o componente ftpserv de nome Netbus, e vá em seu evento (event)
OnClientConnect. Digite os seguintes comandos:
memo1.Lines.Add('O endereço IP '+ Client.GetPeerAddr +' tentou netbus');
netbus.DisconnectAll;
Não se esqueça do ponto e vírgula no fim das linhas. A primeira linha adiciona um
texto no campo memo com o endereço IP do invasor. A segunda linha desconecta o
indivíduo. Esse evento onClientConnect acontece no momento exato em que a pessoa
estabelece uma conexão TCP com o seu computador.
Vamos repetir agora com o SubSeven. Selecione o componente, vá no evento
OnClientConnect e digite essas linhas:
memo1.Lines.Add('O endereço IP '+ Client.GetPeerAddr +' tentou Sub');
Subseven.DisconnectAll;
Nossos componentes já estão bem configurados. Agora só falta os botões. Clique duas
vezes no botão de caption Monitorar e coloque:
Netbus.Start;
Subseven.Start;
Clique duas vezes (ou vá na propriedade OnButtonClick) no botão Parar e digite:
Netbus.Stop;
Subseven.Stop;
Como último passo, suba a barra de rolagem do código-fonte até encontrar a cláusula
USES lá no início do texto. Será mais ou menos isso:
uses
Windows, Messages, SysUtils, Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs,
StdCtrls, FtpSrv;
Agora inclua no fim da última palavra (que no caso do exemplo é ftpsrv mas não
necessita obrigatoriamente que seja) a biblioteca FtpSrvC. Ficará assim:
uses
Windows, Messages, SysUtils, Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs,
StdCtrls, FtpSrv, FtpSrvC;
Pronto. Rode o programa e curta seu mini-firewall. Tente conectar a ele usando o telnet.
programa será um firewall de trojans. Manderemos que ele monitore duas portas TCP: a
porta 12345 do trojan Netbus e a porta 1243 do trojan Subseven. Primeiramente, crie uma
nova aplicação e adicione um campo memo, selecionando sua propriedade enabled para
false. Agora seguiremos novamente passo a passo.
1. Adicione dois botões ao lado do campo memo e mude seus captions para Monitorar e
Parar.
2. Coloque dois componentes Ftpserv no formulário.
3. Mude o nome (name) do primeiro componente para Netbus e sua porta (port) para
12345.
4. Mude o nome do segundo componente para SubSeven e sua porta para 1243.
Teremos mais ou menos isso:
Agora, selecione o componente ftpserv de nome Netbus, e vá em seu evento (event)
OnClientConnect. Digite os seguintes comandos:
memo1.Lines.Add('O endereço IP '+ Client.GetPeerAddr +' tentou netbus');
netbus.DisconnectAll;
Não se esqueça do ponto e vírgula no fim das linhas. A primeira linha adiciona um
texto no campo memo com o endereço IP do invasor. A segunda linha desconecta o
indivíduo. Esse evento onClientConnect acontece no momento exato em que a pessoa
estabelece uma conexão TCP com o seu computador.
Vamos repetir agora com o SubSeven. Selecione o componente, vá no evento
OnClientConnect e digite essas linhas:
memo1.Lines.Add('O endereço IP '+ Client.GetPeerAddr +' tentou Sub');
Subseven.DisconnectAll;
Nossos componentes já estão bem configurados. Agora só falta os botões. Clique duas
vezes no botão de caption Monitorar e coloque:
Netbus.Start;
Subseven.Start;
Clique duas vezes (ou vá na propriedade OnButtonClick) no botão Parar e digite:
Netbus.Stop;
Subseven.Stop;
Como último passo, suba a barra de rolagem do código-fonte até encontrar a cláusula
USES lá no início do texto. Será mais ou menos isso:
uses
Windows, Messages, SysUtils, Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs,
StdCtrls, FtpSrv;
Agora inclua no fim da última palavra (que no caso do exemplo é ftpsrv mas não
necessita obrigatoriamente que seja) a biblioteca FtpSrvC. Ficará assim:
uses
Windows, Messages, SysUtils, Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs,
StdCtrls, FtpSrv, FtpSrvC;
Pronto. Rode o programa e curta seu mini-firewall. Tente conectar a ele usando o telnet.
Perguntas mais frequentes.
O que é um FAQ (perguntas mais frequentes)?
Quando tratamos de um assunto específico na Internet (uma página sobre os tipos de
peixes existentes, por exemplo) , geralmente recebemos muitas perguntas e dúvidas de
visitantes. Muitas dessas pessoas têm dúvidas em comum, por exemplo: qual é o maior peixe
de água doce? Pegamos então esses perguntas e juntamos ela em um FAQ, ou perguntas mais
frequentas, para que novos visitantes esclarecem essas dúvidas. No nosso caso não será
diferente, esse capítulo é um Mini-FAQ com perguntas mais frequentes feitas a mim por
usuários da Internet sobre o assunto.
Como descobrir o ip e derrubar pessoas em um bate-papo
Muitas pessoas me fizeram essa pergunta (algumas já haviam lido esse livro). A resposta é
a seguinte: para derrubar alguém pode ser usado um ataque de denial of service. O IP que é o
problema. Alguns tipos de chat, como o IRC mostram facilmente o IP de uma pessoa (a
solução nesses casos seria usar um wingate para esconder o IP) e messengers como o ICQ
também o mostram com facilidade (pois além do servidor você precisa estabelecer um
contato direto, IP a IP, quando um arquivo é enviado por exemplo). Pegue por exemplo o
programa Trillian (www.superdownloads.com.br). Ele pode servir como base para o Yahoo
Messenger, o AOL Messenger, o MSN Messenger e o ICQ. E mostra o IP de qualquer
pessoa, além de outras boas opções.
Agora, em bate-papos (me recuso a chamá-los de chat, são bate-papos mesmo) como
UOL, TERRA ou qualquer outro baseado em servidor web é muito difícil descobrir o IP, pois
o único endereço que você pode ver através de algum utilitário de rede (como netstat ou arp)
é o do servidor da sala de bate-papo. Isso porquê nesse tipo de bate-papo a única intenção é
conversar, não dá pra trocar informações diretas entre usuários (e obviamente saber seus
endereços IP). A menos que você convença aquele cara chatíssimo a te enviar uma
mensagem por ICQ, esqueça. Resumindo: quando alguém chegar em alguma sala do UOL
dizendo “vou invadir todo mundo” ou coisas do tipo, ria um pouco da cara dele. Ou se ainda
tiver dúvidas sobre a sua segurança, use um proxy. E caso encerrado.
Como posso diferenciar trojans de anti-trojans com um scanner?
Se você habilitar o anti-trojans e mandar scannear a subnet em que você está pela porta do
Netbus (12345), o scanner mostrará que o seu computador está com a porta aberta. Mas como
saber se essa porta é a de algum computador infectado ou é alguma armadilha, como um
programa detector de invasões fingindo ser o trojan? A resposta é simples: Pela string. Ao
usar um programa que conecte-se na porta especificada e verifique uma string você
encontrará trojans facilmente e evitará as armadilhas. Exemplo:
O programa Wingate Scan permite que você o configure para mostrar portas com a
string que você quiser, ótimo também para encontrar novos Wingates (string wingate>
).
Eu posso usar o telnet para entrar em qualquer porta?
Sim e não. Pode usá-lo para entrar na porta que quiser, mas essa PRECISA possuir um
serviço rodando ou não adiantará absolutamente nada. E nem todas as versões de telnet
mostram conteúdos de portas. O telnet do Windows 95 , 98 e ME é uma porcaria.
Experimente o Port test, uma espécie de telnet simples mas eficaz. Pegue-o em
http://www.hackersclub.com/km/files/hfiles/ .
Por quê você colocou tão pouco de Linux / Unix no livro?
Uma ótima questão. Quem leu esse livro de cabo a rabo deve ter percebido que dei apenas
uma breve introdução sobre o Linux e sobre o Windows, e apesar de a maioria dos exemplos
de programas ser para Windows não me peguei realmente a nenhum sistema operacional.
Veja o seguinte: parece uma contradição, disse bem lá no início que o Linux é melhor que o
Windows, certo? Mas por quê citei programas para Windows?
Pressupõe-se que uma pessoa que tenha o Linux instalado em casa já tenha um
conhecimento melhor do que uma que possui Windows. Então será muito mais fácil para ela
ler as seções e procurar um programa similar ao que foi usado como exemplo. Nos sites
citados (inclusive no fim deste livro) existem excelentes ferramentas para Linux e Unix (entre
outros sistemas, como Macintosh) que podem ser experimentadas sem maiores problemas.
Resumindo: esse não é um livro sobre sistemas operacionais, é um livro sobre a segurança
como um aspecto universal. Desejo que um usuário de BeOS por exemplo possa ler e mesmo
que seu sistema não seja citado nem de longe, aproveite muito dos conhecimentos aqui
citados.
Você me ajuda a invadir o sistema fulano de tal?
Por favor, não me façam esse tipo de pergunta. Não porquê eu me ache o sabichão, coisa
que sei que não sou e nunca serei pois sou apenas mais um a aprender. Como disse no
prefácio, informática, internet e segurança é a minha paixão. Aprendi a ler e escrever em um
MSX. Comecei a conhecer sobre basic ali. Confesso que quando era mais novo realmente fiz
muitas besteiras com o computador e só não me arrependo delas pois elas me trouxeram
conhecimento e me fizeram amadurecer muito.
Bom, como dizem, àguas passadas não movem moinhos. Resumindo: não invado
computadores , gosto apenas de divulgar o conhecimento que eu consegui obter e não quero
causar prejuízos a ninguém. Tiro qualquer dúvida com o maior prazer, mas não me peçam pra
fazer nada, por favor.
Se alguém tiver mais sugestões para o FAQ, me enviem que colocarei com o maior
prazer.
Quando tratamos de um assunto específico na Internet (uma página sobre os tipos de
peixes existentes, por exemplo) , geralmente recebemos muitas perguntas e dúvidas de
visitantes. Muitas dessas pessoas têm dúvidas em comum, por exemplo: qual é o maior peixe
de água doce? Pegamos então esses perguntas e juntamos ela em um FAQ, ou perguntas mais
frequentas, para que novos visitantes esclarecem essas dúvidas. No nosso caso não será
diferente, esse capítulo é um Mini-FAQ com perguntas mais frequentes feitas a mim por
usuários da Internet sobre o assunto.
Como descobrir o ip e derrubar pessoas em um bate-papo
Muitas pessoas me fizeram essa pergunta (algumas já haviam lido esse livro). A resposta é
a seguinte: para derrubar alguém pode ser usado um ataque de denial of service. O IP que é o
problema. Alguns tipos de chat, como o IRC mostram facilmente o IP de uma pessoa (a
solução nesses casos seria usar um wingate para esconder o IP) e messengers como o ICQ
também o mostram com facilidade (pois além do servidor você precisa estabelecer um
contato direto, IP a IP, quando um arquivo é enviado por exemplo). Pegue por exemplo o
programa Trillian (www.superdownloads.com.br). Ele pode servir como base para o Yahoo
Messenger, o AOL Messenger, o MSN Messenger e o ICQ. E mostra o IP de qualquer
pessoa, além de outras boas opções.
Agora, em bate-papos (me recuso a chamá-los de chat, são bate-papos mesmo) como
UOL, TERRA ou qualquer outro baseado em servidor web é muito difícil descobrir o IP, pois
o único endereço que você pode ver através de algum utilitário de rede (como netstat ou arp)
é o do servidor da sala de bate-papo. Isso porquê nesse tipo de bate-papo a única intenção é
conversar, não dá pra trocar informações diretas entre usuários (e obviamente saber seus
endereços IP). A menos que você convença aquele cara chatíssimo a te enviar uma
mensagem por ICQ, esqueça. Resumindo: quando alguém chegar em alguma sala do UOL
dizendo “vou invadir todo mundo” ou coisas do tipo, ria um pouco da cara dele. Ou se ainda
tiver dúvidas sobre a sua segurança, use um proxy. E caso encerrado.
Como posso diferenciar trojans de anti-trojans com um scanner?
Se você habilitar o anti-trojans e mandar scannear a subnet em que você está pela porta do
Netbus (12345), o scanner mostrará que o seu computador está com a porta aberta. Mas como
saber se essa porta é a de algum computador infectado ou é alguma armadilha, como um
programa detector de invasões fingindo ser o trojan? A resposta é simples: Pela string. Ao
usar um programa que conecte-se na porta especificada e verifique uma string você
encontrará trojans facilmente e evitará as armadilhas. Exemplo:
O programa Wingate Scan permite que você o configure para mostrar portas com a
string que você quiser, ótimo também para encontrar novos Wingates (string wingate>
).
Eu posso usar o telnet para entrar em qualquer porta?
Sim e não. Pode usá-lo para entrar na porta que quiser, mas essa PRECISA possuir um
serviço rodando ou não adiantará absolutamente nada. E nem todas as versões de telnet
mostram conteúdos de portas. O telnet do Windows 95 , 98 e ME é uma porcaria.
Experimente o Port test, uma espécie de telnet simples mas eficaz. Pegue-o em
http://www.hackersclub.com/km/files/hfiles/ .
Por quê você colocou tão pouco de Linux / Unix no livro?
Uma ótima questão. Quem leu esse livro de cabo a rabo deve ter percebido que dei apenas
uma breve introdução sobre o Linux e sobre o Windows, e apesar de a maioria dos exemplos
de programas ser para Windows não me peguei realmente a nenhum sistema operacional.
Veja o seguinte: parece uma contradição, disse bem lá no início que o Linux é melhor que o
Windows, certo? Mas por quê citei programas para Windows?
Pressupõe-se que uma pessoa que tenha o Linux instalado em casa já tenha um
conhecimento melhor do que uma que possui Windows. Então será muito mais fácil para ela
ler as seções e procurar um programa similar ao que foi usado como exemplo. Nos sites
citados (inclusive no fim deste livro) existem excelentes ferramentas para Linux e Unix (entre
outros sistemas, como Macintosh) que podem ser experimentadas sem maiores problemas.
Resumindo: esse não é um livro sobre sistemas operacionais, é um livro sobre a segurança
como um aspecto universal. Desejo que um usuário de BeOS por exemplo possa ler e mesmo
que seu sistema não seja citado nem de longe, aproveite muito dos conhecimentos aqui
citados.
Você me ajuda a invadir o sistema fulano de tal?
Por favor, não me façam esse tipo de pergunta. Não porquê eu me ache o sabichão, coisa
que sei que não sou e nunca serei pois sou apenas mais um a aprender. Como disse no
prefácio, informática, internet e segurança é a minha paixão. Aprendi a ler e escrever em um
MSX. Comecei a conhecer sobre basic ali. Confesso que quando era mais novo realmente fiz
muitas besteiras com o computador e só não me arrependo delas pois elas me trouxeram
conhecimento e me fizeram amadurecer muito.
Bom, como dizem, àguas passadas não movem moinhos. Resumindo: não invado
computadores , gosto apenas de divulgar o conhecimento que eu consegui obter e não quero
causar prejuízos a ninguém. Tiro qualquer dúvida com o maior prazer, mas não me peçam pra
fazer nada, por favor.
Se alguém tiver mais sugestões para o FAQ, me enviem que colocarei com o maior
prazer.
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